top of page

A Desigualdade de Gênero no Contexto Social

  • Foto do escritor: Equipe Agregae
    Equipe Agregae
  • 11 de jun. de 2024
  • 2 min de leitura

Na Baixada Santista, a busca pela igualdade de gênero é uma luta que envolve diversos setores da sociedade. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especificamente o ODS 5 - Igualdade de Gênero, ganha destaque, onde os esforços são direcionados para promover a igualdade entre homens e mulheres em diferentes esferas. Apesar dos avanços, a região ainda enfrenta desafios significativos em relação à igualdade de gênero.


No ramo econômico, as desproporções salariais persistem, com as mulheres geralmente recebendo salários menores do que os homens, mesmo desempenhando funções semelhantes. Além disso, a presença feminina em cargos de liderança e tomada de decisão nas empresas ainda é limitada. 


No setor da educação, mesmo que exista um grande número no acesso das mulheres ao ensino superior, ainda há desafios no combate à discriminação de gênero dentro das instituições de ensino e na promoção de carreiras científicas e tecnológicas para as mulheres. 


A Baixada Santista vem testemunhando progressos notáveis na promoção da igualdade de gênero. Iniciativas governamentais e da sociedade civil buscam combater a violência doméstica e garantir o acesso das mulheres aos serviços de saúde reprodutiva. Além disso, diversos programas de capacitação e empreendedorismo voltados para mulheres têm surgido, visando empoderá-las economicamente e promover sua autonomia financeira.


Cenário na política


Na política as mulheres ainda lutam por um espaço maior de representatividade feminina nas bancadas, que é extremamente carente mesmo ainda em 2024. A Baixada Santista tem avanços na igualdade de gênero com iniciativas contra violência doméstica, acesso à saúde e programas de capacitação focados em empoderamento econômico e autonomia financeira das mulheres, incluindo na política. Atualmente na Baixada Santista apenas uma cidade tem uma mulher como prefeita (Raquel Chini, prefeita de Praia Grande).


A prefeitura de Santos é composta por 7.171 mulheres, o que equivale a 65,4%. Segundo Débora Camilo, atual vereadora em Santos pelo PSOL, a política feminina ainda sofre estigmas e é vista com muito preconceito, apesar disso, ela relata ser único poder levantar bandeiras que por muitas vezes não são debatidas nesse espaço.


"Principalmente mulheres pobres periféricas neste espaço fará com que nós tenhamos a oportunidade de travar um debate e lutarmos para que esse tema vire política pública" - Débora Camilo


Já para a Audrey Kleys, vereadora pelo Partido Progressista (PP), a experiência é inspirador as mudanças que vem ocorrendo no cenário político atual, principalmente quando se trata de saúde da mulher e das mães.


"Temos que incentivar as mulheres com boas referências e resultados positivos, mostrando na ponta que é possível sim realizar políticas públicas transformadas como a lei dos cuidados com a endometriose, de minha autoria!" - Audrey Kleys





No fim das contas, a busca pela igualdade de gênero na Baixada Santista é um processo contínuo que requer a colaboração de atores sociais. Apesar dos desafios, os esforços conjuntos estão sucessivamente transformando a realidade local, com o objetivo de uma sociedade mais justa e igualitária para todos os gêneros.




 
 
 

Comentários


bottom of page