Challoub avalia que o bom jornalismo vai sobreviver
- Primeira Impressão

- 12 de set. de 2023
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Atualizado: 3 de out. de 2023
Challoub, de forma muito enfática e pensada, compartilha da perspectiva amplamente defendida por muitos profissionais de que o Jornalismo, essa nobre profissão, nunca encontrará seu fim na história da humanidade.
Isso ocorre, em grande parte, porque a busca constante e insaciável por informação sempre esteve, e provavelmente sempre estará, enraizada nas necessidades mais básicas e fundamentais da nossa sociedade globalizada.

Ele destaca, e isso é bastante relevante, que, no cenário tecnológico atual, já dispomos de ferramentas surpreendentemente avançadas, como o notório Chat GPT. Este programa, como alguns podem já saber, é dotado da capacidade quase mágica de compor uma redação completa e coesa apenas a partir de um simples comando inicial.
No entanto, e aqui jaz o cerne do argumento de Challoub, existe uma essência, um lado inerentemente humano, que permeia atividades jornalísticas específicas, como a envolvente cobertura de eventos esportivos, a criação profunda e sensível de documentários, ou aquelas grandiosas e impactantes reportagens que têm o poder de desmascarar casos de corrupção em altos escalões.
Em todos esses exemplos, a necessidade é clara e inegável: sempre haverá a demanda por um jornalista dedicado, com olhar aguçado e pronto para estar no coração da ação, para narrar, com autenticidade e paixão, os fatos à medida que se desdobram diante de seus olhos.
Autor e diagramação:João Pedro Guedes Silva
Edição digital: Gabriel Zanuti Da Silva.




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