Ex-alunos de jornalismo seguem caminhos distintos, mas sem esquecer a formação
- Primeira Impressão

- 5 de set. de 2023
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Atualizado: 3 de out. de 2023
Formados pela Universidade Santa Cecília entre 2000 e 2017, três jornalistas que não atuam na área foram entrevistados para relatar suas experiências profissionais, e como o Jornalismo é utilizado nas respectivas carreiras.
Paolo Perillo, formado em 2017 pela Unisanta, escolheu a universidade pela estrutura e qualidade do curso e tinha a faculdade como uma segunda casa.

Trabalhou com mídias sociais, e hoje é um executivo de contas em uma agência de Comunicação, ou seja, é quem faz a conexão entre os clientes e a agência, alinhando dentro dos setores da empresa as funções necessárias.
Mesmo estando na área de atendimento da empresa, ele tem contato muito próximo com a área de Comunicação em produção de texto, vídeo e devido a base que a faculdade proporciona, tem a autonomia de desenvolver matérias e releases.
“Tenho essa prerrogativa e aptidão para fazer, graças a base que a faculdade me deu, ainda que voltado para a área do marketing, faço uso dos princípios jornalísticos recorrentemente aqui”, explica Paolo.
Já a ex-aluna Kátia Lopes, formada em 2002, tinha certeza da sua trajetória na Comunicação desde cedo. Quando pequena já era fascinada pelo glamour da profissão, gostava de ler e escrever e pretendia ser apresentadora.
No meio do caminho, deixou o sonho de lado, e hoje é coordenadora financeira em uma multinacional de navegação japonesa.

"Acredito que o que eu aprendi na faculdade me ajudou a ver o lado do outro"
Ela conta que um dos principais problemas de uma grande empresa é a falta de comunicação. Mas, graças ao jornalismo, ela consegue ver um outro lado do setor, e hoje por ser uma profissional qualificada, é essencial para todos os setores da empresa.
“Por me considerar uma boa comunicadora, consigo me colocar no lugar do outro e poder passar a mensagem de forma clara e objetiva. E claro, tenho o cuidado e atenção a mais ao escrever em nome da firma, buscando resultados positivos”, disse.
Formada também em 2002, Mônica Prieto escolheu jornalismo pela aptidão e gosto pela comunicação, e escolheu a Unisanta pela qualidade das aulas e da estrutura dada ao aluno. Depois de formada, já passou por diversas áreas do mercado de trabalho. Trabalhando em vendas, usava os conceitos da reportagem e design.

“Acredito que o que eu aprendi na faculdade me ajudou a ver o lado do outro, ter um olhar para além da ‘caixinha’, e ter percepções que me ajudaram na carreira. Também na parte de produção, as noções aprendidas nas aulas de informática ajudaram em diversos projetos”.
Hoje, Mônica está caminhando para tornar-se uma fotógrafa autônoma, e a cada curso para agregar a seu repertório profissional, relembra as aulas iniciais de fotografia, e por ter esse conhecimento, acredita ter uma vantagem para ascender na carreira.
Confira a edição em PDF:

Texto: Luíza Martins Frazon / Diagramação: Vinícius Figo
Edição Digital: Isabella Santos




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