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Formados em 96 destacam-se na profissão

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    Primeira Impressão
  • 12 de set. de 2023
  • 2 min de leitura

Atualizado: 3 de out. de 2023


Com início em 1993, o curso de jornalismo da Universidade Santa Cecília (Unisanta) comemora 30 anos de história. Para celebrar o pioneirismo, os alunos da primeira turma Fabiano Roma, Jamile Guimarães, Rosely Santiago e Michella Guijt compartilharam suas trajetórias e as atividades profissionais.

Turma de 1996
Primeira colação de grau do curso de Jornalismo, em 1996

Diretora de comunicação na Prefeitura de Santos, a jornalista Michella Guijt destacou a sua paixão pela assessoria de imprensa assim que chegou ao terceiro ano do curso. A assessora mencionou a sua passagem no sistema de comunicação da faculdade logo no início da carreira. Michella também recordou que uma professora de dança foi quem sugeriu a escolha pelo jornalismo.


Fabiano Roma, ao contrário de Michella, é parte da atual equipe dos telejornais da TV Santa Cecília. O ex-aluno contou que o início da vida acadêmica foi no curso de Ciências da Camputação. Roma disse que após migrar para o jornalismo, o destaque que obteve nos projetos ocasionou novas oportunidades de trabalho. Além da admiração que recebia junto dos colegas por formarem a primeira turma, o repórter ainda comentou sobre as inovações na mídia com o avanço da tecnologia.


Já a diretora responsável do programa Espaço Unisanta, Jamile Guimarães, afirmou que desde a sua juventude tinha apenas uma única certeza: trabalhar com comunicação. Jamile disse que a primeira atração no curso foi a fotografia; no entanto, no segundo ano começou a estagiar em televisão.


A jornalista considera um grande marco os ensinamentos de Eduardo Silva, atual coordenador de esportes da TV Tribuna, que despertou o desejo de trabalhar no ramo da reportagem. Ela também aconselha aos jovens a arriscar:


“Não criem conceitos antes de experimentarem novos desafios.”

Como também integrante da turma, Rosely Santiago, mencionou que na época o âmbito acadêmico e a rotina intensa eram novidades. A jornalista explicou que o maior desafio durante o curso foi a transição da máquina de escrever para o computador. A ex-aluna relembrou as experiências incríveis e comentou a admiração que tinha pelos professores Lídia Maria de Melo, Fernando De Maria e Humberto Challoub. Rosely acrescentou:


“ Tenho orgulho de ser jornalista e sempre serei, mesmo não exercendo formalmente, porque terei o compromisso de olhar para os fatos com a visão ampla e tentar compartilhar com o próximo.”


Texto e diagramação por Leonardo Cruz

Edição digital por Gustavo Pimentel



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