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‘Medo, mentira, terror e morte’, compara o cientista político sobre Bolsonaro e o Fascismo

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    Primeira Impressão
  • 18 de nov. de 2022
  • 2 min de leitura

Atualizado: 25 de nov. de 2022

Cientista político releva os métodos que o Presidente da República usa em sua carreira política.


O cientista político Fernando Cha­gas realizou uma análise sobre o méto­do de liderança do atual presidente da República durante a entrevista coletiva com os alunos de jornalismo da Universidade Santa Cecília. Para ele, Jair Messias Bolsonaro “joga no caos”.



Cientista Político dá palestra para alunos da Universidade Santa Cecília.

O profissional afirmou que, caso haja re­eleição, o seu medo é que Bolsonaro ameace a democracia, pois, segundo ele, o presidente possui todas as características do fascismo. “Medo, mentira, ter­ror e morte “, enumera.


“Ele joga no caos. Ele vive no caos. Ele se elegeu durante todo esse tempo no caos. Já quando era militar, ele joga­va no caos. Ele não sabe fazer outra coi­sa, exceto jogar no caos. Mas é o que eu digo, é um método”, explicou.


De acordo com o Chagas, é uma estratégia que não é usa­da apenas por Bolsonaro. Por este motivo, ele se torna uma figura importante para a extrema direita, que enxerga a reeleição como um exemplo a seguir. Entretanto, se o atual presidente da República não conseguir a reeleição, Fernando acredita que ele irá tentar realizar um golpe de Estado no último momento, com medo de ter que responder processos que poderão surgir e até mesmo um eventual pedido de prisão.


Por fim, segundo Chagas, o bolso­narismo continuará forte independente do resultado da eleição. “A extrema-di­reita saiu do armário”, disse.


Eleições

O primeiro turno das eleições gerais de 2022 ocorrerá no dia 2 de outubro. O cientista político afirma que o Brasil está dividi­do, e quem vencer terá o desafio de unir o País e consertar a parte econômica, principalmente das finanças públicas.


“O Brasil hoje está rachado. Seja quem ganhar, vai ter 50% a favor e 50% contra”. Ele ainda acrescenta que o Bra­sil está com a imagem abalada perante o mundo e o presidente eleito terá a obri­gação de mudar esse cenário.


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Texto: Gyovana Soares / Diagramação: Ágata Ferreira

Edição Digital: Juliana Souza




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