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Quando a comunicação vira ação: o Lab das Narrativas Climáticas

  • Foto do escritor: Equipe Agregae
    Equipe Agregae
  • 6 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura

Por Henrique Ramos


As mudanças climáticas com o passar dos anos além de se agravarem tem se tornado uma pauta internacional de segurança pública, por meio deste buscamos entender como as organizações têm se preparado para tal fenômeno. E para isso os estudantes de jornalismo foram provocados a debater sobre o tema e fazer reportagens a respeito. 


Estamos acostumados a cobrar o governo, mas não levamos propostas para fazer algo melhor

Victor nesse pingue-pongue fala como é importante a participação da população (os comuns) nas causas ambientais, e nos convida a participar na imersão do Instituto Procomum.



Victor narrativas climáticas
Victor Souza é Gerente de Inovação do Instituto Procomum

Como o Instituto Procomum incorpora a sustentabilidade em seus projetos e espaços? 


Eu acho que é importante dizer que o Instituto Procomum é uma organização multidisciplinar. Ou seja, somos uma organização que nasceu para defender os comuns, para defender tudo aquilo que não tem dono tudo aquilo que é da humanidade, do mundo, que é um bem comum para todos e todas. E isso inclui o meio ambiente, inclui a natureza, inclui os rios, inclui a água, inclui o ar. 


O IP possui alguma parceria? 


Temos uma parceria com a Unifest, e estamos abertos a novas colaborações com outras universidades, nós já tivemos com a Unimonte, antes dela se tornar a São Judas, temos uma boa comunicação com professores da Católica, quem sabe agora não é a hora da Santa Cecília.  


Como e por que foi idealizado o Lab das Narrativas Climáticas


Bem, esse evento foi idealizado a partir de uma inquietação muito antiga que a gente já tinha. Conseguimos reunir pessoas com ideais em comum, aquelas que querem colaborar com a sua comunidade ondem moram. Apesar da ciência estra concordando como nunca, tem muito negacionismo, muita fake news. Nós entendemos que a comunicação é chave, uma ponte entre a ciência e a sociedade, com esse projeto nós imaginamos uma oportunidade dentro dessa rede, um espaço informativo. 


De que forma você acha que esse encontro ajudou a conectar diferentes perspectivas globais e locais sobre a crise climática? 

A gente conseguiu juntas pessoas que vivem o problema, ativistas pessoas da universidade e o que eu acho mais legal, trouxemos pessoas do poder público para criar um diálogo entre eles. 


Conexão global? Como funciona? 


É uma frente internacional, que chama Sul-Salt, ou Sul-Sul, a ideia é ser uma rede de agentes globais do Sul global, formados por América do Sul, África e Ásia, basicamente, países que sofrem mais do que colaboram para a agenda climática, países que sofrem com exploração de recursos naturais, com comunidades tradicionais tendo seus direitos violados, com todos os problemas que a gente conhece na parte do Sul global, com a ideia de influenciar a agenda global. 


E como funcionam os Labs? 

O IP e assim como está escrito, o IP reúne e as próprias pessoas dão as ideias e colaboram entre si, o objetivo em comum no caso é o meio ambiente. Rodrigo Savazoni, nosso fundador, fala sobre isso.  O laboratório virou esse espaço de produção científica, de produção de conhecimento. 


Defina em uma palavra o que o IP significa para você 

Esperança.  

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